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A empresa é um “ser vivo” e pulsante

Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.

É recorrente a discussão entre a relação funcionário e empresa. O marco desse convívio ocorre a partir do início do século XX, com a Revolução Industrial. Charles Chaplin, em seu filme “Tempos Modernos”, descreve brilhantemente esse momento – quando a máquina passa a ter mais valor do que o homem.

O foco das empresas era exclusivamente o lucro, funcionário não tinha voz ativa e muito menos opinião. Apenas executava – de forma mecânica e repetitiva – e ao final do dia voltava para casa.

Os tempos mudaram – a empresa torna-se um “ser vivo”, pulsante. O funcionário, que agora é “colaborador”, tem papel crucial no funcionamento da organização. Afinal, de nada adianta ter um excelente maquinário, se quem o comanda não entende sua importância dentro sistema.

Ocorre que um novo desafio foi lançado: Como essas “organizações vivas” conseguem lidar com perfis e egos tão distintos? Fazendo com que o bem maior – a empresa – continue tendo seu lucro e prestando um serviço de qualidade.

O Instituto Evoluser – com sua grande expertise em gestão de empresas – mapeou as organizações com o objetivo de facilitar a percepção do todo e dessa forma ser pontual na resolução de problemas.

Foi percebido que as empresas são sustentadas por dois vetores essenciais:

  • Interdependência: é a consciência de que o todo depende de cada indivíduo e de que cada indivíduo depende do todo.
  • Missão/Objetivos: traduz o quanto as pessoas ou áreas de trabalho estão comprometidas e caminham em direção ao atingimento da missão e dos objetivos da instituição.

4 quadrantes dentro de uma empresa

A partir desses dois vetores, é possível traçar quatro quadrantes dentro da empresa:

Individualismo: Quanto menor a percepção de cada um dos vetores, teremos um grande ponto de individualismo dentro da organização – o trabalho em equipe é pouco evidenciado. Muito comum em equipes que sofrem muita pressão, cobrança.

Corporação: Nesse estágio a interdependência aumenta, sabe-se que há uma interferência (positiva ou negativa) do seu trabalho em relação ao meu e gera um “cuidado”, criando um núcleo corporativo. Um grupo defendendo o outro – departamento de administração x departamento financeiro, por exemplo. 

Grupo: Quando o propósito da organização é claro, mas a percepção de como influenciamos outra área/departamento ainda é confuso. São formados “grupos de trabalho”, nesse estágio as pessoas sabem sua missão dentro da empresa, mas não há a noção de quanto esse grupo interfere no trabalho do todo. Geralmente, essa missão entendida por esses grupos são as metas. Mas, atenção: meta não é a missão da empresa.

Equipe: Grande percepção de interdependência e grande conexão com a missão. Nesse estágio o individualismo do “o que eu faço” fica menos importante do que aquilo de “todos nós” tem de fazer. Cada um sabe o valor do seu trabalho, porém as decisões são pensadas no todo – que fazemos parte.

Uma empresa tende flutuar por esses quatro quadrantes, eles tendem a oscilar entre si. Ocorre que a predominância em cada quadrante determina se a empresa é formada por equipes ou por indivíduos trabalhando por si.

Nesse contexto, a função do trabalho de gestão é fazer com que o time tenha consciência desse processo e da mesma forma com que o líder tenha a percepção de sua função nesse contexto – ele faz parte do time, não sendo melhor ou maior que ninguém.

A gestão atua fortemente em cada um desses quadrantes, o objetivo é conscientizar sobre importância em ser uma “equipe” – mesmo que o trabalho individual seja necessário – por exemplo, nas empresas de TI. O que tem que ser entendido é que mesmo numa atuação individualista, não pode se perder a ideia central de que a “empresa” é o bem maior.

O Instituto Evoluser oferece consultoria de gestão eficaz e pontual para o problema da empresa. Fazendo uma imersão de modo a se comprometer a resolver o problema identificado. Converse conosco para auxiliarmos você.

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