Liderança

Liderança

É preciso ter o dom? Nascer pronto?

“É preciso ter o dom da liderança”, ou seja, nascer pronto.

Pensar dessa forma é subestimar a função exercida pelo líder dentro de uma organização.

Liderar exige virtude. É algo que demanda uma “musculatura” diária, para que as experiências se tornem habilidades, sendo possível enfrentar os obstáculos exigidos pelo cargo.

O líder deve ter habilidades para alcançar resultados espetaculares e desenvolver pessoas, mas para que isso aconteça é necessário dominar alguns pontos como: lidar com pessoas, ter inteligência pessoal e saiba dialogar com pessoas das mais diferentes características. Ao mesmo tempo deve estar à frente para que consiga ser provocador e estimule aqueles que estão a sua volta.

Mas, nem sempre foi dessa forma. Assim como as funções do líder, os liderados se modificaram com o passar das décadas.

Vejamos

Entre as décadas de 60 e 70 – após a segunda guerra mundial – fomos invadidos pela geração dos Baby Boomers. Dentro das empresas, estabilidade era o caminho para o sucesso, as regras eram simples e conhecidas por todos, cada um sabia sua responsabilidade e trabalhava para uma área especifica. A vida pessoal não era influenciada pela vida profissional e vice-versa. A recompensa viria com o passar dos anos, mesmo que demorasse um pouco – todos trabalhavam visando o futuro.

Tempos depois, a Geração X mudou o conceito até então seguido pelos Baby Boomers. A relação agora era entre trabalho x recompensa. A busca pelo sucesso profissional era objetivo – a base era o mérito e não a experiência. Surge o termo “workaholic” – o trabalho invade a vida pessoal. Atingir um cargo de diretoria no menor tempo – em comparação aos demais – era o ápice.

Esse conceito muda com a chegada da geração Millennials – a geração do imprevisível – o trabalho deve estar relacionado ao prazer. Surgem as novas profissões, o empreendedorismo está em alta, o trabalho coletivo é fortemente reconhecido. Estão em busca de novos conhecimentos e de compartilha-los, não há uma escala hierárquica – todos trabalham e compartilham do mesmo saber.

Observando o panorama entre essas três gerações, observamos que o papel do líder também sofreu influências e precisa estar atualizado para lidar com essa mescla de personalidades que encontramos hoje dentro das organizações.

Um dos grandes trunfos do líder é liderar uma equipe que sabe o que ele não sabe. E que mesmo exercendo um papel de “protagonista” na empresa, ele deve ir contra o óbvio. Não confundir liderança com chefia, pois a chefia está dentro de uma estrutura hierárquica, enquanto que a liderança é uma atitude. Funcionários obedecem a chefes, enquanto que o trabalho de um líder é admirado e seguido.

É dentro dessa estrutura de ideias que o Instituto Evoluser, procura desenvolver o líder que há em você. Lembre-se: ser líder não é ter dom e sim uma virtude.

Tendo sempre o Eneagrama como pano de fundo – para que seja possível ter o autoconhecimento e o entendimento do próximo –, além de uma mescla de ferramentas que constituem o Eneagrama Sistêmico Integral

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