Eventos ao redor do mundo fortalecem a dádiva do perdão

Eventos ao redor do mundo fortalecem a dádiva do perdão
No dia 30 de agosto, celebra-se no Brasil o Dia Nacional do Perdão. A data teve início através de um Projeto de Lei (6.128/13), aprovado na Câmara dos Deputados em abril de 2015.

Este dia foi escolhido pela deputada Keiko Ota (PSB-SP), em referência à morte de seu filho, Ives Ota, sequestrado e assassinado aos oitos anos de idade, em 1997.

Diariamente, vemos nos noticiários diversos atos de violência ao redor do mundo, como recentemente em Barcelona (Espanha), quando o marroquino Younes Abouyaaqoub, atropelou mais de 100 pessoas com uma van, deixando ao menos 13 mortos.

Ao nos depararmos com essas e outras atrocidades, indubitavelmente fortalecemos a ideia de que a empatia, o amor ao próximo e principalmente o perdão estão em falta nos dias de hoje. Como costuma cantar Stevie Wonder: “Você sabia que o amor está sentindo falta de amor nos dias de hoje?”.

 

Será que as pessoas de fato conseguem exercer o perdão diariamente?

Provavelmente você deve ter estudado na escola sobre uma das datas mais importantes no calendário judaico, o “Yom Kipur” ou conhecido no Brasil como o Dia do Perdão: uma data móvel (sempre aos sábados – “Shabat HaShabatot”) e que geralmente ocorre entre os meses de setembro e outubro do calendário gregoriano, totalmente dedicada ao jejum, à oração, reflexão, ao arrependimento e ao ato de perdoar.

Não se pode comer, beber, ter relações conjugais e nem usar eletricidade ou sapatos (pois foram feitos através da matéria animal), tudo isso visando a aproximação do homem com o seu espírito.

Aqui no Brasil, o movimento chamado Agosto Violeta vem crescendo de forma vertiginosa e com um único objetivo, assim como o dos judeus e o projeto de lei de Keiko Ota: o de aprendermos a perdoar mais, refletir em prol da nossa saúde física e mental e consequentemente promover a paz.

Ao longo do mês, diversos monumentos históricos, pontes, prédios públicos e outros estabelecimentos de diversas cidades do país ficam iluminados com a cor violeta, escolhida por representar a purificação e a cura em diversos níveis (mental, físico e espiritual.), elevando a consciência do perdão;

Martin Luther King dizia que o “perdão é um catalisador que cria a ambiência necessária para uma nova partida, para um reinicio”, logo, esses projetos e eventos ao redor do mundo propõem o ato de perdoar como um instrumento de tolerância e amor ao próximo, para que consigamos conviver em uma sociedade mais acolhedora e fraterna.

O perdão se torna uma consequência do autoconhecimento e do desenvolvimento pessoal. No Instituto Evoluser, são promovidos diversos workshops que fomentam o desenvolvimento humano e profissional, baseados nas relações interpessoais, superação de obstáculos e quebra de crenças. Acompanhe nosso Facebook e fique por dentro dos nossos cursos e programas.